“Encosto a minha cabeça sobre a doce e falante almofada, a vontade e o prazer correm pelas minhas veias encontrando-se no coração um sentimento de paixão…
A tua imagem perturba o meu cérebro, acalma o inconsciente e relembra o passado…
Uma vontade duradoura acampa sobre o meu corpo, um toque suave encontra os teus lábios. Sozinho abro os olhos e vejo-me abafado pelas paredes que me rodeiam. Raciocino e no meu encéfalo reina a dúvida da incerteza, outrora uma verdade absoluta. Pergunto-lhe se isso é a vontade de amar ou ser amado e ele responde-me “não tentes compreender-me…” Será prudente ignorar o seu conselho? Só o tempo o dirá...”
Palavras de um amigo, que também poderiam ser minhas…
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